A empatia é a capacidade de confiar e compreender os sentimentos de outra pessoa ou, pelo menos, as suas reações emocionais às coisas. É sobre a nossa capacidade de nos “colocarmos na pele dos outros” e, ainda que não tenhamos experienciado pessoalmente as situações que os outros estão a viver, compreendermos e anteciparmos a situação (boa ou má) e reconhecermos a existência de sentimentos e emoções associados à sua situação. Quando melhoramos a nossa empatia, tornamo-nos melhores seres humanos. A Empatia conduz a:

  • Relações mais fortes e significativas
  • Sucesso no local de trabalho
  • Melhor saúde e qualidade de vida

A Empatia está tipicamente associada à Inteligência Emocional porque está relacionada com a ligação das experiências pessoais de uma pessoa com as dos outros. Contudo, vários modelos visam medir os níveis de (empatia) IE. Existem, atualmente, vários modelos de IE. O modelo original de Goleman pode ser, agora, considerado um modelo misto que combina o que tem sido modelado em separado sobre as capacidade e traços da IE. Goleman definiu a IE como o conjunto de competências e características que orientam o desempenho da liderança. A inteligência emocional é a capacidades de os indivíduos reconhecerem as suas próprias emoções bem como as dos outros, discernir entre diferentes sentimentos e rotulá-los adequadamente, utilizar a informação emocional para orientar o pensamento e o comportamento, e gerir e/ou ajustar as emoções para se adaptarem a determinados ambientes ou alcançar determinadas metas. A empatia é uma propensão enquanto que a inteligência emocional é desenvolvida através da prática e imersão, da reflexão e compreensão, da capacidade analítica e consideração. Uma pessoa pode ter empatia, mas não ter inteligência emocional, ter uma capacidade inata para imaginar como outra pessoa se sente, mas não saber, necessariamente, como agir adequadamente sobre esses sentimentos para alcançar um resultado positivo. A inteligência emocional (IE) é a capacidade de utilizar as emoções de uma forma eficaz e produtiva. É cada vez mais evidente que estas competências são um dos pilares basilares para um melhor desempenho em sociedade. Além disso, a IE proporciona, também, as bases para competências muito importantes em “quase todos os trabalhos”. A inteligência emocional (IE) é reconhecida como o nosso nível de capacidade para:

  • Reconhecer e compreender as nossas emoções e reações (autoconsciência);
  • Gerir, controlar e adaptar as nossas emoções, humores, reações e respostas (autogestão);
  • Dominar as nossas emoções para nos motivarmos para a ação, o compromisso, o desenvolvimento, e para o trabalho com vista ao alcance dos nossos objetivos (motivação);
  • Discernir os sentimentos dos outros, compreender as nossas emoções e utilizar essa compreensão para nos relacionarmos com os outros de forma mais eficaz (empatia);
  • Construir relações, relacionarmo-nos com os outros em situações sociais, liderar, gerir conflitos e trabalhar em equipa.